Descupinização

CUPINS – conhecidos como “inimigos invisíveis” atacam as madeiras das construções e dos móveis “em silêncio”. Em geral, sua presença só é notada quando os prejuízos já são grandes. Nos meses de setembro a dezembro, quando o calor aumenta, os cupins adultos saem em revoada. À noite, ficam em volta das lâmpadas e perdem as asas rapidamente, quando procuram formar colônias, penetrando nas madeiras das construções, nos móveis, forros, batentes das portas e janelas, enfim em todos os tipos de madeira morta causando danos irreversíveis.

No Brasil existem cerca de 200 espécies de cupins, controlamos todos os tipos com total eficiência e garantia.

Tipos de cupins:

Cupim subterrâneo (Cryptotermes haviland) – São assim denominados pelo fato de constituírem colônias freqüentemente abaixo da superfície do solo, atacando as madeiras que estão em contato direto com solo e alvenaria das construções. Fazem seus ninhos em lajes, caixões perdidos, juntas de dilatação dentro de redes hidráulicas e condutores elétricos, sem nenhum contato com o solo. A ligação entre a colônia e a fonte de alimentos (celulose) pode ser feita por meio de túneis em vários componentes como pisos, paredes, cordões de gesso, mesmo que o ninho esteja localizado a dezenas de metros da área construída.

Cupim de madeira seca (Cryptotermes brevis) – Esses cupins nidificam dentro das próprias peças de madeira das quais se alimentam. A denominação cupim de madeira seca advém do fato de essas madeiras apresentarem um teor de umidade relativamente baixo. O ataque é percebido principalmente pelo acúmulo de resíduos em forma de pequenos grânulos encontrados junto à peça atacada. Uma colônia de cupins de madeira seca possui um número de indivíduos bem menor quando comparado aos subterrâneos. O ataque nesse caso se processa de forma mais lenta.

Brocas (Xilófagos coleopteros) – As brocas mais freqüentes são encontradas no interior das edificações. São os lyctídeos, besouros pequenos de corpo fino e alongado, normalmente de cor marrom-avermelhada, e os anobídeos, geralmente ovalados e de cor castanho-escura. Dos ovos eclodem larvas que vão escavar galerias no interior da madeira para alimentar-se. No final do último estágio larval, a larva migra para próximo da superfície, formando um casulo que entra em fase de pupa. As pupas sofrem uma metamorfose que transforma o inseto em um besouro adulto. O ciclo de vida das brocas pode levar de alguns meses até cerca de 4 anos.

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